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Selic em queda: o que fazer com o caixa excedente da empresa em 2026

Por BeWolf Consultoria · 24 de setembro de 2026 às 14:20 · 6 min de leitura

Depois de mais de um ano com a Selic na casa dos 14% ao ano, 2026 trouxe uma mudança que pega parte das empresas de surpresa: o Copom voltou a cortar juros, e a taxa básica já está mais próxima de 13,75%. Para quem toma crédito, é boa notícia. Para quem vive dizendo que "o dinheiro parado no banco pelo menos rende bem", é um sinal de que essa conta ficou mais fraca e precisa ser revisada.

O problema é que poucas empresas realmente sabem quanto caixa excedente têm. Sem separar reserva de emergência, capital de giro do dia a dia e sobra de verdade, o dono acaba deixando tudo junto na conta corrente, rendendo perto de zero, só porque nunca parou para fazer essa divisão.

Três caixas, três decisões diferentes

O primeiro passo não é escolher onde aplicar, é separar o dinheiro por função. Misturar tudo numa conta só é o motivo pelo qual a maioria das empresas erra essa decisão.

Quanto do seu caixa é excedente de verdade?

No BPO Financeiro da BeWolf, organizamos o fluxo de caixa da sua empresa, separamos operacional, reserva e excedente, e te mostramos com relatório mensal e reunião estratégica quanto dá para render sem tirar a segurança do negócio.

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Por que a Selic mais baixa muda a estratégia

Com a Selic mais alta, era comum empresas deixarem o excedente parado em CDB ou fundo DI simples e considerarem isso "resolvido", porque o rendimento cobria até o erro de não ter planejamento. Com a taxa em queda, esse conforto acaba. O mesmo dinheiro, no mesmo produto, passa a render menos, e a diferença entre uma aplicação escolhida com critério e uma aplicação escolhida por comodidade fica maior a cada corte de juros.

Isso não quer dizer trocar de banco toda semana atrás do último décimo de rendimento. Quer dizer revisar, a cada trimestre, se o prazo e o tipo de aplicação ainda fazem sentido para o caixa que sua empresa tem hoje, e não para o caixa que ela tinha há um ano.

O erro mais caro: usar o excedente para tapar buraco

É comum a empresa aplicar o excedente e, dois meses depois, resgatar tudo de uma vez porque faltou dinheiro para pagar um fornecedor. Isso normalmente não é falta de reserva, é falta de rotina de caixa: ninguém está olhando com antecedência o que entra e o que sai. Esse é o mesmo ponto que tratamos em gestão de tesouraria e a rotina diária de caixa, porque uma coisa sustenta a outra: sem rotina de tesouraria, toda aplicação vira reserva de curtíssimo prazo, mesmo quando o dinheiro poderia render mais em um prazo maior.

Empresas que separam essas contas e revisam a estratégia de aplicação junto com o fluxo de caixa projetado conseguem transformar o dinheiro parado em uma fonte extra de receita, sem tirar a segurança do capital de giro nem depender de sorte para fechar o mês. Se sua empresa nunca fez essa organização, conheça as soluções da BeWolf para gestão financeira e comece por aí.

Seu caixa excedente está rendendo o que poderia?

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